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Jeitinho para levar vantagem

O dia a dia do povo brasileiro, como todos sabemos, é recheado de problemas e dificuldades. Por isso, ficamos conhecidos por darmos o nosso jeitinho diante das adversidades que aparecem. Em compensação, também somos conhecidos por seguir o princípio da Lei de Gérson, por querer levar vantagem em tudo que for possível, de forma indiscriminada.

Esta semana um fato chamou atenção por conta do jeitinho dado para se levar vantagem, uma mistura das características nacionais. O Flamengo, grande clube do futebol brasileiro, terá presença de público em seu próximo jogo nas oitavas de final da Copa Libertadores da América, contra o Defensa Y Justicia, da Argentina. Para isso, a equipe alterou seu jogo do Rio de Janeiro para Brasília, onde o governo liberou a entrada de torcedores na arquibancada.

O confronto entre as equipes ocorre em duas partidas, e a primeira foi disputada na semana passada, em Buenos Aires, com vitória brasileira por 1 a 0. Por conta da realidade na pandemia no país vizinho e como vem acontecendo em todos os jogos da competição, não teve presença de público. Agora, com a liberação de torcida na capital do país, onde o Flamengo forçou a situação, a disputa está desequilibrada.

Importante lembrar que a Conmebol, organizadora da competição, autorizou a presença de público em qualquer partida, desde que haja liberação das autoridades locais. Mais um erro. Os dirigentes não pensaram no equilíbrio da partida, pois todos sabem que a torcida pode ser um diferencial no decorrer do jogo, por isso a ausência de público é uma forma de punição aplicada aos clubes quando são julgados por diferentes motivos.

Poderiam ter o bom senso e aguardar todos os países liberarem a volta ao estádio. Seria interessante saber qual seria a reação flamenguista se a realidade fosse ao contrário. Mais uma prova da falta de sensibilidade esportiva e humana de quem comanda um dos maiores clubes do país. Essa diretoria do Flamengo é favorável ao retorno do público desde o ano passado, no meio da pandemia, onde não havia nenhuma vacina sendo aplicada. A mesma que fez o time jogar no Maracanã que estava sendo usado como hospital de campanha. Um gol ali, uma morte aqui. Nesse momento não quiseram mudar de estádio, não é mesmo?

Pois é, deram um jeitinho para levar vantagem. Vamos ver dentro de campo o que vai dar nessa quarta-feira.

 

Jornalista Luan

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