PAULISTA FERVE EM APOIO A BOLSONARO: PROTESTO CONTRA MORAES E PELA ANISTIA

Após participar das manifestação na Paulista, em apoio ao ex-presidente Bolsonaro, contra os excessos do Ministro do STF Alexandre de Moraes, e a favor da liberdade dos presos do 8 de Janeiro. Ainda não li as repercussões da mídia, até para poder escrever sobre o que presenciei no ato.

O primeiro discurso foi do Deputado Estadual Lucas Bove, e em sua fala, os momentos onde o público reagiu de forma efusiva, foi quando este exaltou a atuação de Eduardo Bolsonaro, homenageou J. R. Guzzo (que infelizmente faleceu ontem), e ao final, fez coro à “Anistia Já”.

Depois foi a vez do Deputado Federal, Paulo Bilynskyj, e o momento de maior reação do público, foi quando ele perguntou: – O que PCC e o Ministro Alexandre de Moraes têm em comum? Depois de um tempo de silêncio, ele respondeu que: – “ambos são sancionados pela lei Magnitsky, e neste momento, foi possível ouvir um coro de “fora xandão”. Para finalizar, o Deputado fez coro pelo impeachment de Moraes e Anistia Já.

Houve um coro de “força capitão”, e logo depois a Deputada Rosana Valle, bradou: “sou brasileira e tenho direito de dizer, fora Lula e fora PT”, e também destacou a figura da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, e as mulheres presentes.

 No discurso do Deputado Estadual Paulo Mansur, destaco a fala: “fui eleito pelo Eduardo Bolsonaro, e ele falava que ia conseguir a Magnitsky contra Moraes”, neste momento um coro tomou a avenida, com a frase: “obrigado Eduardo”.

O Vereador Lucas Pavanato, teve um discurso forte, mas com o destaque para a frase: “dentro do Estado democrático de Direito, a opinião é livre, e só é preso quem passou pelo processo legal”, esta frase foi colocada no contexto de uma defesa firme de que o ex-presidente Bolsonaro, é um perseguido.

O Presidente do Partido Liberal, Valdemar da Costa Neto, teve um discurso onde não mencionou Eduardo Bolsonaro, e destacou André do Prado, Ricardo Nunes, e outras figuras que não receberam aplausos da avenida. O único momento do seu discurso, que a plateia reagiu positivamente, foi quando ele puxou o coro de “volta Bolsonaro”.

O Deputado Federal Tome Abduch, fez uma retrospectiva que passou pela queda da ex-presidente Dilma, passagem do ex-presidente Temer, governo do ex-presidente Bolsonaro (citando o período difícil da Covid-19 e limitação do Executivo atuar, imposta pelo STF). Apesar de destacar as decisões arbitrárias do STF, não foi um discurso que envolveu o público da Paulista.

O discurso do Deputado Federal Marco Feliciano, lembrou sua atuação ao lado do então Deputado Jair Bolsonaro, na Comissão de Direitos Humanos, da Câmara dos Deputados, e levantou o público quando afirmou que, os dois maiores políticos do Brasil, são: Jair e Eduardo Bolsonaro.

No discurso do Vice-prefeito de São Paulo, Coronel Melo Araújo, ele destacou a injustiça contra Jair Bolsonaro, e lembrou que os grandes culpados pelas sanções vindas dos EUA, são os Senadores “que deveriam tomar providências”.

O Deputado Sóstenes Cavalcante, teve um dos discursos mais aplaudidos, e nele, lembrou da injustiça contra Daniel Silveira, General Braga Neto, Débora do batom e centenas de condenados do 08 de Janeiro. O Deputado também bradou: “Alexandre de Moraes, você vai pagar essa conta”. Exaltou Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, e por fim, levantou o público com a frase: “quem deveria estar com tornozeleira é o Lula”, tendo sido respondido pela avenida, com o coro “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”.

O Deputado Nikolas Ferreira foi, com certeza, o político mais ovacionado pela avenida, principalmente quando ele mostrou o celular, informando que Jair Bolsonaro estava assistindo. Para além deste momento, ele lembrou em sua fala, que o STF não está acima do Brasil; mandou um recado ao ministro Moraes, informando que Ele “sem a toga não sobra nada”. lembrou que fazem 5 anos da prisão política do ex-Deputado Daniel Silveira, e também da triste história de Clezão (Cleriston Pereira da Cunha), que morreu na Papuda, mesmo com a PGR tendo sugerido sua soltura para tratamento médico.

O Deputado, lembrou que “golpe é não ter Bolsonaro em 2026”, não um 8 de Janeiro, “sem armas, comando, e em um domingo”. Ainda em seu discurso, o deputado fez coro para que o Presidente da Câmara, Hugo Mota, paute o projeto de Anistia, e que o Presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, paute o  impeachment de Moraes, lembrando que ele irá protocolar o 30º pedido.

O Pastor Silas Malafaia, fechou a manifestação, com um discurso arrasador, defendendo efusivamente a atuação de Eduardo Bolsonaro. O Pastor lembrou que Lula denunciou o Brasil na ONU em 2016, o então advogado Cristiano Zanin, “arregaçou com a justiça brasileira na Europa” (2017), a CUT foi até o parlamento europeu, denunciar o Brasil (2028) e, por fim, a ex-presidente Dilma, foi à Europa e EUA, “pedir por Lula”. 

“Eduardo foi denunciar o STF onde ninguém tem direito a recorrer nada” 

Para mostrar a incoerência do discurso de soberania, feito por Lula, Malafaia lembro que:

 “Lula no Foro de São Paulo, declarou combater a família, costumes e pátria”

Digo que Malafaia, foi o orador que melhor entendeu o sentimento dos presentes na manifestação, e um dos grandes momentos do seu discurso, foi quando ele perguntou: Cadê aqueles que dizem ser opção no lugar de Bolsonaro? Lembrando que a ausência deles, mostra que “Bolsonaro é insubstituível” 

Em sua fala, Malafaia também defendeu, que os culpados pela tarifa dos EUA, são Lula e Moraes, lembrando que: Lula praticou ações contra o mundo ocidental, se aliando com o Irã (permitindo este atracar um navio de guerra no porto do Rio de Janeiro); além de ter feito 30 acordos com a China e ter se tornado aliado da Rússia.

Já a culpa de Moraes, está em centenas de ordens secretas de censura contra cidadãos e empresas americanas, além de infringir diversos dispositivos constitucionais e normas legais, além de lembrar da delação “fajuta” de Mauro Cid. Falou também para o risco de dobrarem a aposta, em relação à lei Magnitsky, o que pode atingir em cheio a economia do País.

Malafaia também fez um pedido para que a imprensa “pare de negacionismo”, além da necessidade de: 1) acabar com o inquérito das fake news, 2) o congresso vote a Anistia, 3) Lula pare de atacar o “sistema econômico do mundo”, e 4) “deixe o povo brasileiro decidir quem ele quer para presidente” (gritos de volta bolsonaro).

Por fim, fechou seu discurso com o verso bíblico:

“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.” Provérbios 16:18

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